Meu Deeeeus! Não é que só hoje percebemos que faltam praticamente 3 SEMANAS para as aulas acabarem?!!?!
É por isso que estamos quase morrendo com apresentações de seminários, entrega de trabalhos, elaboração de relatórios, avaliações!!! Sem contar o tão temido TCC...algumas de nós não aguentaram a barra e decidiram deixar essa etapa para depois.
SIM! Estamos quase morrendo, porque nossa vida não para na Universidade, né? Temos estágios, trabalhos, família e, claro, uma vida social!!
Nessas horas, não tem como não pensar no que aprendemos (ou não) durante esses meses, que foram bem tensos e intensos.
As frustrações sempre aparecem nessas horas, com as disciplinas que não corresponderam às nossas expectativas, professores que desenvolvem um trabalho diferente do que esperávamos e com o distanciamento dos amigos da faculdade, que a gente quase nem encontra mais por causa da correria que vira a nossa vida.
O clima fica tão, mas tão pesado, que é difícil pensar nas partes boas que, com certeza, também aconteceram. Por isso, depois escreveremos sobre elas, por hora ficamos com esse desabafo.
Agora, tudo que precisamos é....
Somos cinco alunas do curso de Pedagogia da Unicamp, do 4º e último (?) ano. Criamos o blog com a intenção de compartilharmos nossas expectativas, medos, frustrações e experiências, como futuras educadoras.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Me conhecendo..
Sou
Heloísa, tenho 20 anos, estou cursando o 4° ano de Pedagogia na Unicamp..
É difícil contar pra vocês o por quê de eu estar aqui, porque nem mesmo eu sei direito, e na verdade sempre venho me fazendo essa pergunta, mas ainda não obtive uma resposta que acredito estar perto do(s) real(is) motivo(s) por eu me encontrar aqui.
Na verdade acho que tudo começou quando eu estava no ensino médio, e sabia que queria estudar na Unicamp (talvez por, além daquela idolatria por uma universidade que tinha renome e que era “difícil de entrar”, eu ter também um irmão já nesta universidade que me fez querer seguir os mesmos passos..) Então, parti para um segundo passo: escolher o curso. Já sabia que a área de humanas me instigava mais, assim, comecei a me inteirar dos cursos que cogitava estudar, e de repente me deu um estalo e pensei: por que não Pedagogia? Eu passava tantas horas do meu dia na escola, estudando em período integral, e eu gostava tanto daquilo, daquele ambiente.. que, inesperadamente me vi escolhendo Pedagogia.. e acabei entrando na universidade que queria.
É difícil contar pra vocês o por quê de eu estar aqui, porque nem mesmo eu sei direito, e na verdade sempre venho me fazendo essa pergunta, mas ainda não obtive uma resposta que acredito estar perto do(s) real(is) motivo(s) por eu me encontrar aqui.
Na verdade acho que tudo começou quando eu estava no ensino médio, e sabia que queria estudar na Unicamp (talvez por, além daquela idolatria por uma universidade que tinha renome e que era “difícil de entrar”, eu ter também um irmão já nesta universidade que me fez querer seguir os mesmos passos..) Então, parti para um segundo passo: escolher o curso. Já sabia que a área de humanas me instigava mais, assim, comecei a me inteirar dos cursos que cogitava estudar, e de repente me deu um estalo e pensei: por que não Pedagogia? Eu passava tantas horas do meu dia na escola, estudando em período integral, e eu gostava tanto daquilo, daquele ambiente.. que, inesperadamente me vi escolhendo Pedagogia.. e acabei entrando na universidade que queria.
Confesso
que o começo foi um pouco difícil pra mim, todas aquelas aulas de Sociologia,
Filosofia.. eu tinha a impressão que todos estavam entendendo o que aqueles
professores renomados estavam falando, menos eu. Não me sentia parte do grupo,
do todo. Pensei em desistir, mas algo me prendeu. E cá estou até hoje, quase
terminando o curso; curso este que em quase quatro anos vem me suscitando
muitas coisas; que me faz pensar o quanto ele próprio poderia ser melhor, mas o
quanto ele também contribuiu para eu ser melhor. Acredito que o que levo
comigo, de aprendizado de mundo, foi o quanto, sendo aluna do curso de
Pedagogia, na Universidade Estadual de Campinas, eu pude abrir meus olhos para
o mundo, e passá-lo a enxergar com um olhar mais refinado, mais crítico;
aprendi a sempre ter um “pé atrás”, a duvidar de tudo que chega até mim. E o
quanto isso me faz sentir uma cidadã mais pertencente a esse mundo, mais
empenhada em entender o que acontece ao meu redor.
Não sei ainda dizer o que farei
depois de formada... Estou aberta as oportunidades. Acredito que temos que
saber reconhecer quando elas aparecem, e quando elas realmente se fazem boas para
nós em determinados momentos de nossas vidas... oportunidades de nós nos conhecermos melhor, e de darmos o nosso
melhor.
Até
as próximas postagens,
Helo.
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Porquê Pedagogia ? Porquê Brasil?
Explicar porquê
escolhi fazer pedagogia implica explicar primeiro as razões que me levaram a
vir para o Brasil.
Antes de
qualquer coisa, sou Caboverdiana e venho de um país que tem uma forte cultura
de imigração. Sendo assim, não foi um processo tão penoso sair de casa e morar
num pais desconhecido.
Há muito tempo
que o Brasil oferece vagas na graduação para
países africanos com língua oficial portuguesa através do Programa Estudantes
Convênio de Graduação e durante o ensino médio eu já tinha o conhecimento do
programa.Decidi que queria sim fazer um curso superior fora, já que o nosso sistema
de ensino superior estava se consolidando, não quis ser uma cobaia. Tinha a opção de escolher Brasil ou Portugal, mas baseados nos
meus pré- conceitos o brasileiro me pareceu ser uma pessoa mais acolhedora e
mais prática e os portugueses frios e
muito teóricos.Além disso pesava a condição financeira , pois o Brasil possui
um custo de vida mais baixo em relação à Europa.
Quanto à opção
por pedagogia, como eu estava terminando o ensino médio, precisava escolher o
que fazer na vida e tinha já descartado a opção de fazer jornalismo, comecei a
pensar nesse curso. Fui muito influenciada pelos meus colegas que fazíamos
semanalmente um grupo de estudos sobre a matéria de historia. Diziam que eu seria
uma ótima professora pois, conseguia fazê-los compreender a matéria e a própria professora não. Comecei a pensar porque um
professor não consegue transmitir um conteúdo de forma eficaz aos seus alunos?Como
alguns professores não conseguiam ver as especificidades de cada um? Foi aí que
me lembrei de diversos professores que eu tive, dos que me deixaram boas
lembranças e daqueles que não se importavam nem um pouco com a compreensão de
cada aluno. Decidi então que queria um curso que pudesse me instrumentar no
quesito ensino e aprendizagem de forma ampla.
Conversando com
uma moça que me indicaram que tinha feito o curso de pedagogia na UNICAMP, ela
me disse que o curso era bom e que não necessariamente o foco era educação de
crianças.
Até chegar ao
Brasil eu pensava que o curso de pedagogia era um curso de especialista em
educação assim como o curso de ciências de educação que eu já tinha ouvido
falar inclusive existe em Cabo Verde. È claro
que a principio me decepcionei, pois o meu foco nunca foi educação de crianças.
Entretanto, ao longo de curso fui percebendo tantas questões sobre a educação
que me desafiaram a permanecer no curso, principalmente a sua função política e
a ideia de tornar o ser humano “melhor”.
Hoje ainda penso
que não quero trabalhar com crianças, mas estou aberta a essa experiência se
for o caso e encaro o trabalho do pedagogo além da escola, pois são diversas
instituições sociais que precisam da ação de um pedagogo ou de uma cientista da
educação.
terça-feira, 21 de maio de 2013
Lembranças doces que me trouxeram até aqui
Quase
sempre que eu conto às pessoas que curso pedagogia, percebo o quão descrente
elas são da educação. As frases de desencorajamento surgem aos montes,
principalmente daqueles que já foram ou ainda são professores. “Desista
enquanto há tempo”. “Você está louca? As crianças de hoje em dia não obedecem a
mais ninguém” “A educação no Brasil não tem jeito”, e por aí vai...
Percebi então que meu pensamento, de certa forma, também estava contaminado com alguma dessas ideias que as pessoas traziam até mim. Seria ingenuidade minha pensar que todos esses discursos são totalmente falsos. Eu sei que o trabalho do professor é muito desvalorizado hoje em dia e que os alunos mudaram com o passar dos anos. Sei, também, que falta muito para o Brasil ser um país que realmente se preocupa e investe na educação e apesar de nunca ter freqüentado – nem como professora, nem como aluna – uma escola pública, tenho consciência que pouco se faz para que a maioria dos estudantes brasileiros tenha um ensino de qualidade.
Então, me perguntei: por quê? Por qual motivo, apesar de tudo isso, eu continuo aqui estudando como louca, lendo muitos textos, passando noites sem dormir, me empenhando nos trabalhos? Por que eu continuo fazendo pedagogia?
Por algum tempo essa questão me atormentou. Mas ao ter oportunidade de voltar às minhas experiências do passado e ao meu tempo de aluna refleti que a escola marcou muito a minha vida. Quantos medos, traumas, choros, frustrações senti naquele lugar? Quantas vezes eu acordei não querendo ir à escola ou torcendo para acordar doente bem no dia daquela prova dificílima? Mas, mais do que isso, eu vejo o quanto a escola ainda é presente em mim. Os amigos, as excursões, as peças de teatro, as aulas de artes e, principalmente, os professores me fizeram ser o que eu sou hoje. E não só os professores da escola; os da faculdade também.
E foi com essa reflexão que cheguei a uma resposta para aquela questão tão inquietante. Eu quero ser professora, porque quero fazer na vida dos meus alunos a diferença que alguns dos meus professores fazem na minha vida. Eu continuo a fazer pedagogia, porque eu percebo que me espelhei em muitos dos meus mestres para construir minha personalidade, minhas preferências e meus ideais. A escolha da minha profissão é quase que uma retribuição ao tempo, carinho e dedicação que recebi durante esse tempo que estudei. Obrigada Tia Cris, Tia Márcia, Dona Gaino, Seu Léo, Dona Regininha, Mussa, Tadeu, Eliane, Galo, Ana... Vocês me fizeram querer ser professora. Espero que eu consiga ser assim ... tão especiais quanto vocês!
Percebi então que meu pensamento, de certa forma, também estava contaminado com alguma dessas ideias que as pessoas traziam até mim. Seria ingenuidade minha pensar que todos esses discursos são totalmente falsos. Eu sei que o trabalho do professor é muito desvalorizado hoje em dia e que os alunos mudaram com o passar dos anos. Sei, também, que falta muito para o Brasil ser um país que realmente se preocupa e investe na educação e apesar de nunca ter freqüentado – nem como professora, nem como aluna – uma escola pública, tenho consciência que pouco se faz para que a maioria dos estudantes brasileiros tenha um ensino de qualidade.
Então, me perguntei: por quê? Por qual motivo, apesar de tudo isso, eu continuo aqui estudando como louca, lendo muitos textos, passando noites sem dormir, me empenhando nos trabalhos? Por que eu continuo fazendo pedagogia?
Por algum tempo essa questão me atormentou. Mas ao ter oportunidade de voltar às minhas experiências do passado e ao meu tempo de aluna refleti que a escola marcou muito a minha vida. Quantos medos, traumas, choros, frustrações senti naquele lugar? Quantas vezes eu acordei não querendo ir à escola ou torcendo para acordar doente bem no dia daquela prova dificílima? Mas, mais do que isso, eu vejo o quanto a escola ainda é presente em mim. Os amigos, as excursões, as peças de teatro, as aulas de artes e, principalmente, os professores me fizeram ser o que eu sou hoje. E não só os professores da escola; os da faculdade também.
E foi com essa reflexão que cheguei a uma resposta para aquela questão tão inquietante. Eu quero ser professora, porque quero fazer na vida dos meus alunos a diferença que alguns dos meus professores fazem na minha vida. Eu continuo a fazer pedagogia, porque eu percebo que me espelhei em muitos dos meus mestres para construir minha personalidade, minhas preferências e meus ideais. A escolha da minha profissão é quase que uma retribuição ao tempo, carinho e dedicação que recebi durante esse tempo que estudei. Obrigada Tia Cris, Tia Márcia, Dona Gaino, Seu Léo, Dona Regininha, Mussa, Tadeu, Eliane, Galo, Ana... Vocês me fizeram querer ser professora. Espero que eu consiga ser assim ... tão especiais quanto vocês!
Beijos,
Renata
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Meu percurso..
Sou Franciele, 24 anos. Sou de Santa Bárbara d’Oeste, interior de São Paulo, mas resolvi fazer minha graduação em Campinas, na tal famosa UNICAMP. Mas até chegar nesse ponto muita água passou por debaixo da ponte...
Era professora de inglês quando chegou a hora de escolher o curso superior a seguir. Muitas opções na cabeça, umas mais fortes que as outras, mas todas se embaralhando cada vez mais. Optei por Comércio Exterior, levando em conta as possibilidades de emprego na minha região (que são muitas ainda) e o inglês como segunda língua. No início da faculdade era tudo lindo, novas amizades, novo foco, novas responsabilidades, até que... Estagiando na área, percebi que tinha feito a escolha errada, mesmo depois de tanto tempo analisando. Pensei bem e tomei a atitude mais importante da minha vida: trocar de curso!
Dessa vez tinha certeza que seria feliz na escolha... Pedagogia. Como professora de inglês, já tinha ideia de como seria uma professora “de verdade”... e como queria isso! Agora, no último ano, meu maior sonho é me formar logo e começar a trabalhar. Mas antes disso ainda tenho algumas disciplinas para cursar e o último, mas não menos importante... TCC!
Esse Trabalho de Conclusão de Curso deixa todas com os cabelos em pé! E isso é inevitável... Por mais organizada e certinha que eu seja com meus compromissos e minha coisas... Não tem como escapar dele e sair ilesa da faculdade rs! Será o último obstáculo da vida acadêmica, pelo menos na graduação. Mas a sensação que tenho é que efetivamente depois desse trabalho minucioso é que “a vida começa”...
Com esse blog, pretendo compartilhar minhas angústias, medos, frustrações, expectativas, sonhos e planos...
Um abraço,Fran
O que me trouxe até aqui...
Ao me perguntarem sobre a
faculdade que estou cursando, a cara torta e de piedade ao ouvir a resposta: “-
Faço pedagogia”, é fatal. A expressão das pessoas melhora um pouco quando digo
que curso pedagogia na Unicamp.
Logo em seguida, outra pergunta
já é feita imediatamente: “-Mas você vai ser o que? Professora?”, e eu
respondendo que sim, mais uma vez vejo uma expressão de “nossa que louca” no
rosto de quem me perguntou.
Pois bem amigas e amigos, estou
no penúltimo semestre de pedagogia pela Faculdade de Educação da Unicamp, e vou
sim ser professora. Para maioria, isso
incluiu até alguns amigos da faculdade, é realmente uma loucura já que nossa
universidade abre portas magníficas para seus alunos, mas minha opção desde a
inscrição para o vestibular era fazer pedagogia e dar aula. Pra que faixa
etária, se em escola pública ou privada, isso ainda não sei, mas minha vontade
em ser professora me leva a essas opções.
A vontade a qual me referi acima,
não nasceu é claro, no terceiro ano do ensino médio. Meu encanto e atração pela
educação sempre estiveram presentes ao longo dos anos em que estive na escola,
quando optava em ficar com a professora observando o que ela estava fazendo ao
invés de ir para o parque com meus colegas. Conforme o passar dos anos, fui conhecendo
professores que certamente marcaram minha vida e que com certeza influenciaram,
mesmo sem imaginar, minha opção em ser pedagoga.
Além das influencias desses
professores que cruzaram meu caminho, o interesse pela educação, o papel tão
importante que ela tem em qualquer sociedade, e o quanto ela representa para as
pessoas, também foram decisivos para a escolha da minha futura profissão.
Espero com este espaço, poder
trocar experiências, escrever sobre nossos anseios e planos pra quando formos
professora. Discutir sobre temas relevantes, sobre as práticas que observamos,
pontos que concordamos e discordamos. Tudo é claro, num modo descontraído e que
contribua para nossa formação.
Um abraço
Caro leitor!
Seja bem vindo!
Desde que entramos na faculdade fomos "adestradas" a seguir uma receita para fazer textos acadêmicos. Imagine só a dificuldade que tivemos, então, para realizar a proposta de criação livre de um blog relacionado à educação, do professor Carlos Miranda, para a disciplina Educação e Tecnologias? Depois de quase quatro anos escrevendo segundo as regras da ABNT, ficou muito difícil sair desse padrão e criar este blog (ainda mais porque não somos nada tecnológicas, sofremos horrores pra chegar até aqui!).
Nossa intenção, portanto, é justamente essa: falar das nossas dificuldades, tanto na faculdade quanto nos estágios, das nossas expectativas - que não são poucas, visto que estamos quase nos formando, dos nossos medos, sonhos e das experiências que estamos tendo como estudantes de pedagogia e futuras professoras.
A ideia deste espaço é que possamos conversar, relatar o que pensamos, trazer e trocar experiências. Por isso escolhemos a obra de Cândido Portinari - Pipas (1941), como plano de fundo de nosso blog, pensando que, como estamos prestes a entrar em um mundo tão vasto quanto o céu, em algum momentos nossas linhas (de pensamento, de concepções, condutas e experiências) se cruzarão com as de um outro alguém.
Como pontapé inicial das nossas postagens, cada uma de nós irá contar "como" e "por quê" chegou até aqui.
Desde que entramos na faculdade fomos "adestradas" a seguir uma receita para fazer textos acadêmicos. Imagine só a dificuldade que tivemos, então, para realizar a proposta de criação livre de um blog relacionado à educação, do professor Carlos Miranda, para a disciplina Educação e Tecnologias? Depois de quase quatro anos escrevendo segundo as regras da ABNT, ficou muito difícil sair desse padrão e criar este blog (ainda mais porque não somos nada tecnológicas, sofremos horrores pra chegar até aqui!).
Nossa intenção, portanto, é justamente essa: falar das nossas dificuldades, tanto na faculdade quanto nos estágios, das nossas expectativas - que não são poucas, visto que estamos quase nos formando, dos nossos medos, sonhos e das experiências que estamos tendo como estudantes de pedagogia e futuras professoras.
A ideia deste espaço é que possamos conversar, relatar o que pensamos, trazer e trocar experiências. Por isso escolhemos a obra de Cândido Portinari - Pipas (1941), como plano de fundo de nosso blog, pensando que, como estamos prestes a entrar em um mundo tão vasto quanto o céu, em algum momentos nossas linhas (de pensamento, de concepções, condutas e experiências) se cruzarão com as de um outro alguém.
Como pontapé inicial das nossas postagens, cada uma de nós irá contar "como" e "por quê" chegou até aqui.
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